domingo, 6 de abril de 2014

Um pianista amador domingueiro

Resolvi abrir esse blog para registrar minhas experiências como pianista amador domingueiro, um despretensioso aprendiz de piano via youtube, apoiado em buscas no google e ferramentas musicais esquisitas e quase desconhecidas.
O fato é que sempre amei o som particular do piano e sempre sonhei em aprender a tocar. Mas, feito todo mundo igualmente preso no corre corre da vida moderna, como conseguir me dedicar a pelo menos participar de aulas formais do instrumento?

E tem o fator talento pra coisa, que confesso não ter nenhum, e um gosto voltado ao classico que nada ajuda, posto meu gosto destoar do que se faz por aí, belamente diga-se de passagem, na musica popular e em teclados de churrascaria.

Outro ponto é que já estou quase quarentão. Então vamos fechar a equação: quarentão sem talento querendo tocar Mozart e afins. Olha só que problemão!

Nas pesquisas preliminares que fiz, metade dos blogs falavam que musica clássica era pra jovem (e falo de menos de 10 anos de idade!) com pretensão a profissional, que tem que estudar 10 anos pra começar a tocar bem a coisa, e por aí vai. A outra metade dizia que era possível aprender a tocar bem mesmo que já seja um adulto e que era até possível chegar ao profissional, mesmo não virando grande mestre pianista no final.

O fato que li sobre inúmeros casos de gente que começou aos 60 anos e conseguiram chegar aonde queriam. Então, se eles puderam, porque eu também não conseguiria?
Um pianista amador pode ser definido pelo que se entende como o significado francês para a palavra "amador", que é aquele que "ama". Então trata-se de alguém que ama o piano.

Entre os pianistas amadores temos os hobbistas de fim de semana, que usam o piano como um passa tempo. Os de família, que aprendem no intuito de aglutinar os entes queridos em momentos especiais. E temos também os que usam o piano para desestressar do dia a dia.

Nessa categoria podemos citar o curioso e impressionante caso de Alan Rusbridger, editor do jornal The Guardian, que escreveu o livro "Toque de novo" que relata sua experiência em aprender, em um ano, a tocar a primeira balada de Chopin, Op.23, que é considerada dificílima mesmo para profissionais. Detalhe: Rusbridger nunca tocou um piano antes, e entrou nessa empreitada meramente como forma de desestressar do dia a dia e de conquistar novos amigos, posto ele ter observado que quem toca um instrumento musical parece tornar-se um magneto para amizades.

Seja como hobbista, tocador pra familia ou mesmo querendo só desestressar e ganhar amigos, tocar piano é muito gostoso e gostaria alegremente de compartilhar com vocês algumas dicas que encontrei por aí na net em como entrar nesse maravilhoso mundo do piano.


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